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Favoritas de 2010

2010 foi um ano muito bom e movimentado, errei muito, mas que não erra né? A melhor parte são as coisas que ganhamos com os erros: o aprendizado. Aprendi muito, cresci muito como pessoa, mas aqui no blog ficamos 6 meses parados, maaas 6 meses ativos e queria lembrar vocês das postagens que eu considero como melhores (depois vocês podem dizer a que vocês gostam mais).Acho que devia começar com uma postagem que eu realmente adoro Fantástico mundo de Ada, eu sei que foi em 2009, mas em várias outras postagens seguintes que eu fiz eu me referi a ele - meu mundo - inclusive na postagem O mundo da imaginação, outra também que eu gostei, onde mostrei um texto totalmente sem nexo que escrevi quando estava na 4ª série, ri muito com ele. Em fevereiro escrevi uma postagem chamada Se eu fosse imaginando como eu seria em cada profissão (algumas profissões, na verdade). Outra postagem foi Meus antigos e falecidos animais, tive que dividir em 2 partes, e gostei muito do resultado. Agora as minhas preferidas mesmo, são o post em que eu contei o meu desmaio sem motivo e inesperado na sala de aula ("Eu vou desmaiar".. pun!) e a postagem em que eu contei todas as coisas que aconteceram de errado quando eu e meu irmão inventamos de fazer um bolo com casca de banana (O que não pode acontecer na sua cozinha), bom demais.
Espero que tenham gostado, não sou muito boa para fazer retrospectivas, essa foi a melhor forma que encontrei para relembrá-los do que aconteceu nesse ano.
Ah, minha próxima postagem irá ser sobre a estadia de 3 dias dos meus primos aqui em casa. Beeijos.

Febres

Essas febres de adolescente são tão ridículas (apesar que eu passei por muitas delas). Quem não se lembra de RBD (Rebeeelde)? Falei como se fizesse muito tempo que a banda acabou né? Essa foi uma febre irritante para mim (acho que foi irritante porque eu não gostava da novela), toda criança - adolescente queria ter uma banda e ser como eles, todos - e ainda cantavam "Y soy rebelde, cuando no sigo a los demás" -, e aquelas blusas brancas de botão e gravatas vermelhas venderam bem na época.
Sandy e Júnior foi inesquecível. Essa dupla realmente participou muito da minha infânica, quase toda menina passou por uma fase de vício neles. Todas queriam ser como a Sandy e casar com o Júnior. Aqueles recortes de revista, adesivos, os bilhões de pôsters era a coleção que as meninas faziam. Mas era bom, viu? Faz parte das fases da vida eu acho, assim como os bebês têm aquela fase de perguntar o porquê de tudo, os pré-adolescentes têm a mania de se apegar a esses "ídolos".Agora é Isa TKM! Não sei se é porque já passei dessa fase de me viciar nesse tipo de música, ou é porque eles são realmente horríveis. Muito ruim, não aguento nem escultar a voz dublada daqueles atores. Os meninos do Vida de Garoto nem precisa comentar, né?
Só queria saber qual vai ser o próximo? Justin Bieber? Esse aí já é febre né?


Não é lindo esse selo? Eu ganhei essa semana de Anninha, do About Anninha. E ainda fui destaque no Ingrid Ramos \o/ o selinho tá alí do lado. Brigada viu meninas? Fiquei muuuito feliz. Desculpem-me a demora para postar, tô com um trabalho sobre a década de 60 super longo e complicado, mas não vou parar de postar.
Beeijos.

O que não pode acontecer na sua cozinha

Ontem eu e meu irmão chegamos mais cedo da escola (por causa da prova) e, além de Drake e Josh, pegamos a parte da culinária de um programa de TV local ("Vida Boa" da SimTV). Para o pavor da nossa mãe, aprendemos a fazer um bolo com casca de banana, bem simples (só que prefiro não colocar aqui, quando eu fizer uma segunda vez, quem sabe que coloque). Aconteceram algumas coisas durante a nossa estadia na cozinha, que vou citá-las para vocês não repetirem:
  1. Acho que esse é mais importante tópico: se você tiver um irmão, não vá para a cozinha com ele (principalmente se for pequena como a minha). Meu irmão é muito desastrado e lento, mas sempre se empolga (ou não) com as minhas invenções.
  2. Se não tiver o ingrediente específico, não siga os conselhos do seu irmão mandando você sempre adicionar outras coisas para compensar o ingrediente faltante, é melhor fazer sempre com os ingredientes da receita (por exemplo: a receita pedia manteiga sem sal, mas aqui em casa só tinha com sal, daí meu irmão mandou colocar mais açúcar, tudo dele era "bota mais isso, bota mais aquilo"),
  3. É sempre bom checar tudo antes de investir o seu dinheiro e no final das contas não ter, por exemplo, a batedeira. A batedeira é fundamental na preparação do bolo, mas se não tiver (ou sua mãe esqueceu na casa que vocês passam as férias, como a minha) bata no liquidificador, às vezes dá certo.
  4. Se for necessário bater a clara (clara em neve) e você não tenha nem uma batedeira e nem um batedor de clara em neve (fouet) não tente bater com uma colher, você não sabe o quanto dói, é muuito cansativo, só para quem tem dom meeesmo.
  5. É importante você só fazer uma receita que: você já tenha visto alguém fazendo (ao vivo mesmo, não na televisão) ou que você vá fazer com uma pessoa experiente no prato.
No final deu tudo certo, fora o fato de ter ficado um pouquinho salgado (por causa da manteiga!), minha mãe e meu pai gostaram e só tem uma fatia ali. Aêê, beijos galera.

Processo Seletivo

Quem acompanha meu twitter viu que eu fui fazer uma prova hoje de manhã. Essa prova é para entrar em um curso de 10 meses na Metrópole digital, vou contar um pouco desse projeto: é um curso novo sobre tecnologia da informação, é um projeto de UFRN. São 1200 vagas, só que 75% das vagas são destinadas para a escola pública, deixando para mim e para o meu irmão apenas 300 vagas.
Apesar de só ter sofrido por dois concursos públicos (duas vezes na escola técnica aqui de Natal, CEFET) eu não parei com aquele negócio todo de nervosismo, mesmo sendo muuuito menor do que no CEFET.
Meu irmão, como sempre ansioso, me fez acordar as 5:30 da manhã, mas os portões só iriam abrir de 7:20 e iriam ficar abertos até as 8h. Mas tudo bem, eu consegui me levantar.
Ao chegar 1h e 20 minutos antes que os portões se abrissem eu sentei no meio-fio em frente a escola de enfermagem da UFRN. Depois de poucos minutos que sentei lá mais uma menina chega. Tudo bem até então. Ela fica parada, em pé, na minha frente. Eu estranho. Ela fica me olhando como se me conhecesse.
- Como é seu nome? - fala a menina até então estranha.
Olho para ela. Vejo uma menina de blusa rosa, unhas rosa, um ray-ban (desses que tão na moda) rosa, calça jeans e, por mais incrível que pareça, um all star preto.
- Ada.
Depois de alguns segundos chocada com a ousadia e falta de timidez dela (admirei muito a reação dela, acho que eu não teria tanta coragem para fazer isso um dia, ou teria), eu faço a mesma pergunta, ela responde:
- Andréia.
Depois de mais um tempo em silêncio nós começamos a falar sobre a prova. Pergunto se ela tá nervosa e ela faz o mesmo comigo. Ainda não fizemos nem 5 minutos de conversa e ela me pergunta:
- Você tem twitter?
Boy, sempre que conheço pessoas novas em um curto tempo elas normalmente pedem o orkut, e como eu não tenho orkut, depois de estranharem por eu não ter orkut, elas pedem meu msn. A única coisa que eu não esperava era twitter. Depois comecei a pensar que ela podia me conhecer do twitter, mas eu não sou nada famosa no twitter, não mesmo, então logo descartei.
- Quantos seguidores você tem?
Seeeei lá, nem ligo para isso, mas eu tinha um pequena (pequena mesmo) idéia.
- Sei lá, acho que uns 60.
- Uhum, ontem 6 seguidores me adicionaram.
Eu bem interessada, respondi:
- Uhum...
E daí por diante foi a conversa. Daqui a pouco:
- AI MEU DEEEEUS!
Eu surpresa:
- O que foi?
- É porque assim: eu tenho amiga sabe? Aí eu disse para ela onde eu ia fazer a prova, aí ela disse que não ia fazer no mesmo lugar que eu. E lá vem ela.
Eu rio por dentro.
-Pera aí que eu vou falar com ela tá?
- Beleza!
Daqui a pouco:
- Ada (apontando para mim), Ana Jara. Ana Jara, Ada.
Eu rio por dentro dois. Mas foi muito legal, Ana Jara, apesar do nome engraçado (pelo jeito que Andréia pronuncia), era bem legal e elas diminuíram meu friozinho na barriga. E foi muito engraçado. Gostei delas :P

Líder de turma

Essa postagem foi escrita a um tempinho, no blog Jardim da inocência, que eu escrevia com Anna Beatriz (do About Anninha), mas eu saí e fiquei só com o Cara de cotoca (mas não deixem de visitar lá, é muito massa o blog).

Todo mundo sempre dizia que ser líder de turma era robada, perdia muitas aulas e se acontecesse alguma coisa na sala era o líder que tinha que resolver. Eu sempre disse que isso era mentira e que não era bem assim, mas É!
Eu e minha amiga ficamos muito em dúvida em fazer a inscrição ou não, até pegamos a folha para preencher, só que não entregamos no dia certo. 3 dias depois do limite de entrega da inscrição resolvemos nos inscrever e entregar para a diretora e ela aceitou (éramos alunas exemplares para ela). Ganhamos a 'eleição', e ganhamos um bóton também.
Era exatamente como descrevi, tínhamos que cuidar da turma até quando o piloto do professor acabava a tinta, além da nossas pastas lotarem por causa das provas que tínhamos que entregar dos faltosos.
Tentamos comprir nossas propostas ao máximo e se a gente não cumprisse tinha quem cobrasse todos os dias. Fizemos um lanche coletivo, compramos pão, queijo, presunto, tomate, alface, ervilha, bolo, milho, patê, refrigerante e suquinho. Tinha tudo para dar certo, se não fosse as tentativas de invasão no nosso lanchinho e o povo da minha sala ser tão esfomiado. Foi legal, pena que antes de ser legal foi extressante.
Outra coisa, e última, que fizemos foi a homenagem para o dia dos professores. Fizemos uma cesta grande de comidas típicas para a professora, ficou linda. O único problemas que tivemos foi a falta de dinheiro, já que os meus coleguinhas eram muito mão de vaca. Mas graça a minha professora casquinha conseguimos juntar o dinheiro suficiente. Ah, teve outra coisa, o papel celofane que cobria a linda cesta machou minha farda inteira de amarelo e minha mão também. Não sei porquê a gente nunca conseguia fazer algo sem problemas. Só sei que esse ano não pretendo me candidatar mesmo.

(continua...)

Coisa de boy

Me impressiono com os orkut's de meninas de 10, 11, 12 a 13 anos de idade, como é brega! Primeira coisa: elas não colocam o seu nome de forma "normal", além de colocarem apelidos no diminutivo, elas ainda usam símbolos, por exemplo "$@bR&n@".
As fotos! É cada uma mais ridícula que a outra, sem contar com as legendas (por que elas não escrevem direito pelo menos nas legendas?). Tudo bem que às vezes reduzimos palavras por consoantes, mas colocar "naum" no lugar de "não", até pode (talvez, na preguiça) dar trabalho para colocar o "~", mas são 3 letras por 4, o escrita certa pela preguiça!
Outra coisa é a descrição do "quem sou eu" no perfil, mas prefiro nem comentar :P
Me frustro em saber que também passei por essa época e fui capaz de tirar uma foto ridícula como essa:
Exemplo de legendas: "euzinhaa pequenuxaa!"

E é nessas horas que eu me arrependo de ter uma câmera na mão com 10 anos (aproximadamente). Acho que é coisa de idade mesmo, assim como as crianças em certa idade tem mania de perguntar o porquê das coisas, as meninas (e alguns meninos) na pré-adolescência fazem isso com a sua imagem no orkut, espero que se arrependam quando crescerem, como eu.

Insônia

Nunca sofri desse problema chamado insônia, achava que era a única coisa que eu nunca ia ter na vida (além de câncer, espero). Mas nos últimos dias, desde o começo das aulas, eu ando tendo muita insônia. Nas férias não ligava muito para hora que ia dormir, às vezes trocava o dia pela noite, já que de noite ninguém me tira do computador. Mas agora que voltei para as aulas ainda não me acostumei a dormir de 10h, antes eu tinha liberdade para definir a hora melhor para cair na cama (tipo 2, 3, 4 horas da manhã, e era legal), mas agora, além de perder o final de "Viver a vida", ainda tenho que dormir sem sono.
Nas minhas noites de insônia escuto música, leio um livro, leio a bíblia, jogo "cobrinha" no celular da minha mãe, serro as unhas, penso em postagens, penso mais um pouco, imagino milhões de coisas acontecendo e só depois de mais de uma hora, o bendito sono vem. Depois na sala fico morrendo de sono. Preciso ajustar meu relógio biológico. Ah, e para completar, quando finalmente meu sono começa a regular, vem o carnaval e tenho 5 dias para dormir e acordar tarde (é bom mas terei de novo insônia na quinta-feira).

Não escrevi a coisa mais produtiva hoje, mas não tenho tempo agora para escrever a coisa produtiva que tenho na cabeça hoje, posto amanhã. Beeijos.

Manias

Fazia muito tempo que eu tinha colocado o título dessa postagem na minha lista mas nunca tinha "desenvolvido". Pronto, vou "desenvolvê-la" agora.Tem cada mania bizarra por aí. Meu pai tem uma mania de perguntar pra mim e para meus irmãos se a gente sabe o significado das palavras e das coisas. Um dia desses ele me perguntou se eu sabia o significado de "pc", eu sei láá! Meu irmão é tão sortudo que ele acertou e ele nem sabia.
Tenho um amigo que tem uma mania de falar com uma pessoa segurando a mão, aai é muuuito agoniante, eu me sinto presa.
Já eu tenho várias manias, mania de estralar os dedos (tenho que parar) e de roer a cotícula da unha (tenho que parar 2, mas ela fica que agoniando).
Tem pessoas que não param de balançar a perna, mas acho que isso é "tique nervoso" (ás vezes eu tenho isso também, mas só quando eu preciso ir ao banheiro, acho que todo mundo tem né?).
Todo mundo tem uma maniazinha, nem que seja de escutar música alta (oi?), acho que é normal... espero.

Ao longo dessa postagem descobri muitas manias minhas, até que nem eu lembrava e que nem sabia que eu tinha, se eu não parar agora não vou parar nunca de citá-las. Tenho uma mania também de escrever na última folha do caderno, de rir sozinha, de achar graça em tudo... aah, são muuitas :P

"Eu vou desmaiar..." pun!

Não ia falar sobre o meu segundo dia de aula, até porque ia virar vício falar sobre a escola, mas esse acontecimento eu não posso deixar em branco, ou preto (vocês vão entender depois).
Estava Ada (eu) no primeiro horário do segundo dia de aula, ainda disposta à estudar e com a barriga cheia do café da manhã. Meu professor de geografia e sociologia ("o revolucionário") sofreu de uma séria doença o ano passado, conhecida aqui como "NÓ NAS TRIPAS!", e ele foi contar essa incrível e um pouco nojenta história. Ele não se cuidava dessa doença no estômago e só comia porcaria, moral da história: ele teve uma crise seríssima e ficou soluçando por mais de um dia (só depois descobri que era as fézis querendo sair pela boca!). Enquanto ele contava essa história eu escutava atenciosamente, até que minha vista começou a piscar em "professor revolucionário" e "preto", "revolucionário", "preto". Virei para trás e falei "Anninha, vou desmaiar!", ela virou para Yasmin (que tava atrás dela) e falou "Ada vai desmaiar"(rindo). Eu virei para frente e fiquei parada olhando pro professor (mesmo com minha visão piscando), aguentei mais uns 5 segundos e só me lembro de ter acordado com o meu tronco caído pro meu lado direito e minha cabeça para baixo. Ah, me lembro também da minha cabeça doendo muito!
Fui para a coordenação comer uns biscoitinhos e beber água, e voltei para sala. Todo mundo falou: "Você tá bem Ada?". Depois fiquei sabendo que Anninha me segurou para eu não bater a cabeça no chão e ficou rindo, muito. Irado. kkkkkkkkkkkkkkk

O primeiro dia de aula

Minhas aulas só vão começar na quarta-feira, mas me pus a imaginar como irá ser.
Chegando na escola vou sentir aquele cheirinho de tinta recém pintada. Vou correr para a lista onde tem o ano, a turma e a minha futura sala. Como sou veterena vou ver quem são os calouros e se tem alguma menina para eu fazer amizade. Em seguida correrei para a sala. Ao abrir a porta (ou ainda na entrada) vou ver minhas amigas e darei um abraço apertado para matar a saudade, ainda com a mochila nas costas. Sentarei em uma das mesas mais próximas ao professor (diferente de todos os outros anos).
Ao dar o sinal, irei esperar ansiosa o meu professor. Quando ele passar pela porta já estarei cochichando sobre ele com minha amiga. Quando mandar abrir os nossos cadernos aquele cheiro de caderno novo vai subir na sala, eu vou dar aquela cheiradinha no meu caderno e tentar escrever com a letra mais perfeita do mundo, mesmo sabendo que ela está péssima. Sempre tentei me aproximar das novatas escluídas, e isso nem sempre foi bom para mim. Espero fazer amizades e tentar decorar os nomes, mas no outro dia precisarei escutar a chamada antes de falar com meus novos colegas.
No final da aula ainda vou sorrindo para casa, espero não ter nenhum trabalho ainda e minha seção da tarde garantida.

Meus antigos e falecidos animais 2

Já falei sobre os meu cachorros na postagem passada, agora vou falar sobre o restante.

Parte 2 (parte 1)
Meus coelhos, aaah, foram tantos. Sempre ouvi as pessoas falando que os coelhos se reproduzem muito rápido, mas os meus morriam muito rápido. Não sei o que era aquilo, era um coelho por semana. Meu pai comprou um casal e morreu um, depois ele comprou outro e o outro morreu, e assim foi, sempre assim. Era engraçado o cocô deles, nessa época minha mãe comprava muito aquele serial Nescal, e o cocô deles era muuuito igual ao cereal e eles faziam muito.
Os peixes... me apeguei muito a eles. Era só um, beta mesmo. Chamamos ele de Jesus, porque um dia, quando Caio (meu irmão) estava trocando a água do aquário dele ele ficou um tempinho sem água, o suficiente para ele morrer, só que ele não morreu. Depois a gente (eu e meus irmãos) estávamos achando ele muito solitário, daí compramos uma fêmia para ele, e ele se tornou ele e ela. Só que ele matou ela, e não tiveram filhos. Depois de um tempo o outro morreu (foi triste) mas acho que morreu de solidão, ou na briga entre marido e mulher ele ficou com algum machucado.
Já meus passarinhos, eu gostava muito, meu pai comprou um macho e uma fêmea eram lindos. Mas nas férias a gente levou para Bonfim e um gato machucou a fêmea (foi triste x3). Daí meu pai não podia gastar dinheiro com veterinário, mas fizemos um curativo nele, mas não foi o suficiente, no outro dia ele morreu. Depois o outro morreu também, de solidão.
Minha esperiência com animais não é muito boa, acho que eu e meus irmãos damos azar para animais e sorte para solidão.

Meus antigos e falecidos animais

Vim para Natal hoje para a colação de grau da minha prima, e aproveitei para postar. Caraca ontem foi muito bom, brincamos de tuuudo que a gente brincava quando era criança (tipo bandeirinha, sete cortes, O.o), acordei toda quebrada e não lembrava de quê .Acho que a postagem vai ficar longa, mas espero que gostem, meus animais são uma comédia.

Parte 1
Tive muitos animais na minha antiga casa (agora moro em primeiro andar e os únicos animais que tive aqui foi uns passarinhos e peixes). Tive três cachorros, nenhum gato (tenho trauma), dois peixes, um casal de passarinhos e uns dez coelhos (fora os saguis que costumavam visitar a janela do quarto dos meus pais).Primeiro vou falar dos cachorros, e o primeiro foi um pastor alemão grande e preto, e quando ele morreu enterramos ele em cima da duna em frente a minha casa (isso é tudo que eu me lembro, com ajuda do meu pai).
O outro eu não sei a raça (sou péssima para lembrar e saber as raças), mas se chamava Bob, ele era bem pequenininho, ele tinha um cercadinho com jornal que ficava na área, para que ele fizesse suas necessidades, porém ele demorou muito para aprender que era lá que ele tinha que fazer o cocô e lá que era o seu lar (ou ou ele entendia e por isso que não queria fazer lá). Ele morreu de forma trágica: atrás da cama dos meus pais. Foi esmagado, nem lembro como, trágico.
O outro se chamava Bidu, o que eu mais me apeguei (deve ser por que eu já era bem crescidinha quando ganhamos). Ele era um Poodle, o mais lindo do mundo (usei uma hipérbole agora, até porque ele era bem feeio) e dava muito trabalho, por essa razão minha mãe deu ele. Ainda me lembro dele indo embora (quando eu era pequena eu gravava algumas cenas na minha cabeça como de filme, não sei porque mas tenho muitas cenas assim na cabeça) eu fiquei na janela da sala e vi ele da garagem sendo levado, ele nem queria ir, e enquanto eu olhava para ele uma lágrima caía do meu olho. Mas o que mais me revoltou foi o fato dele ter sido dado, caraca, acho que ele era sem importância para minha mãe, nem pra vender ele valia. Mas já superei.

(continua depois, sobre os outros animais...)

Era natal.

Era natal à umas 2 horas atrás, mesmo assim, feliz natal para vocês.
Meu natal foi ótimo, meus primos (+ minha irmã) fez uma bandinha que tocaram músicas que eu gosto (as bandas que minha vó costumava contratar para essas festas familiares não cantavam músicas, vamos dizer, atuais). Daí tavam minhas primas, meu tios, enfim, toda minha grande família como de costume, + Inha e - Sara, Lucas e Mimi (meus primos que foram para Brasília). Eu gosto do natal. Minha família não é do tipo que se encontra uma vez por ano, nós nos encontramos até muito, comparado com as outras famílias. Natal para mim me lembra família, "estar junto", Jornal Passional (um jornal da família que eu, meus irmãos e alguns primos meus fazemos com muito humor, e foi um arraso esse ano), especiais na TV e, claro, especial Roberto Carlos (mentira).
Tá, foi legal. E eu tava anciosa para o dia 24, e agora para o dia 26 (casamento da minha prima). Não tenho foto agora do natal, depois eu coloco. Natal representa muitopara mim, mas ainda mais o ano novo, e ele tá chegando.
Posto em breve, beijos.

A última folha do caderno

Essa postagem é meio minha e meio de Anninha. Eu começei e não consegui terminar daí ela escreveu a outra metade que completou essa postagem. Créditos à ela.
Ela sempre é preferida. Sempre cheia de rabiscos de todas as cores (para testar as canetas antes de escrever), vários jogos da velha, o nosso nome escrito repetidamente, conversas, ... A última folha, na maioria das vezes, tem um pedaço arrancado, que provavelmente foi para mandar um bilhete ou para comentar sobre o professor. Pequenas anotações de última hora (como "página 29 para amanhã" ou até mesmo "eu sou linda"), às vezes não nos tocamos o quanto escrevemos besteiras nela.
Escrevemos letras de músicas ou mesmo postagens do blog, desenhos de casinhas, ou caricaturas do professor. Na folha do meu irmão tem diversos cálculos de matemática (e na minha também, mas só uns dois). Às vezes colocamos o telefone da nossa amiga ou o e-mail mesmo, e a senha do orkut então.
A última folha é sempre assim, rabiscos, recados, desenhos, coisas que quando você rever depois de um tempo vai se lembrar daqueles bons tempos.

*meu desenho no paint ficou lindo, num foi? *-*

O ônibus

São milhões de coisas cômicas que passamos dentro dele. Daquele perfume vuduoso* que aquela mulher insiste de derramar uns 100 mls toda vez que sai de casa, ou daquele bêbado cantando música romântica. Aquele suvaco cheiroso que está à 1 centímetro do seu nariz, e daquele aperto no horário de pique. Aquele simpático motorista e o mal-humorado cobrador. Aquela amiga de infância que reencontramos depois de 10 anos ou aquela amiga de infância da sua mãe e que lhe diz: "Como você tá grande", só que você nunca viu a sujeita na vida. Aqueles moleques vendendo jujuba, aqueles mudos vendendo adesivos ou aqueles drag queen todo colorido oferecendo alguma (que, com certeza, não é do meu interesse). Aquela poça que o motorista passa correndo e aquele calor de meio-dia. Engraçado que o cobrador não perdoa quando não temos 10 centavos, mas a gente tem que perdoar quando ele não tem os 10 centavos para a gente.
Etc, etc, etc. Mas sem o ônibus (e todas essas coisas que vem no pacote) eu viveria dependente dos meus pais ou dos meus pés.

*vuduoso=um cheiro bem impreguinante, com uma fragância que dói no nariz, a pessoa que tá com um perfume vuduoso é do tipo que quando passa por um lugar aquele cheiro fica por pelo menos uns 5 minutos depois.

O Ballet.

Me recordo (e não é com nostalgia) das minhas aulas de ballet (ou balé em português). Me lembro do quanto eu achava impossível dar um pirueta e parar no mesmo lugar, o quanto era dolorida aquela sapatilha "tijolo" nos meus pés, me lembro também que eu achava que subir na sapatilha de pontas era um desafio à gravidade (e ainda acho), lembro-me das minhas unhas incravadas sendo toturadas com aquele objeto, mas me lembro também de como era bom me divertir em cima dela e ocupar meu tempo de uma forma, vamos dizer, tãão clássica. Alguns acham clichê, mas é porque nunca viram um espetáculo de verdade e também nunca experimentaram realizar um sonho de infância.
Eu sempre amei o balé, mas nunca fiz quando criança (criança que eu digo é 5 anos, por aí). Acho que minha mãe não me colocou mais cedo (antes dos 9 anos, idade com que eu entrei no balé) porque minha irmã mais velha não gostava de fazer quando era pequena.
Daí quando eu tinha 9 anos (como eu já disse) minhas primas incentivaram minha mãe a me colocar em uma escola de dança (eu já gostava de dançar e ainda tinha, tenho ainda, um problema no joelho e na coluna que o balé ajudaria muito, e ajudou), daí ela (minha mãe) me matriculou em uma escola de dança mesmo.
Na escola só tinha patricinha riquinha, viviam viajando para o exterior, faziam cursinho de inglês, tinham motorista particular, estudavam nas melhores escolas da cidade e tinham o celular mais moderno.Mas eu não tinha inveja delas, elas eram muito frescas (mas eu comprimentavam todas, pelo menos as que falavam comigo), mas no meu primeiro ano eu me limitei a duas amigas (no máximo). Ao logo dos anos (quatro) fiz muitas amizades que duram até hoje (faz uma ano e meio que saí) e espero que durem muito mais. Os espetáculos foram sempre inesquecíveis, as risadas também, os abraços, as palhaçadas, nunca sairão da minha memória.
Foi uma das melhores experiências da minha vida e espero um dia ainda voltar, nem que seja para o Ballet adulto.

*Foto: Festa de 15 anos (um dia desses) em que eu encontrei boa parte das minhas amigas do balé. Eu, de costas, estou abraçando Frenanda (a aniversariante) e Marina (a de roxo) também tá abraçando Fernanda.