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#PrimosNaCapital #AdaBabá (1ª parte)

Quem andou acompanhando meu twitter sabe que 3 primos meus do interior vieram passar 3 dias aqui em casa. Primeiro vou falar um pouco de cada um:

Davi:
Tem 9 anos, é o mais velho e mais obediente. Até ajuda com outros meninos, mas tem muita frescura com comida: não come nem carne, nem linguiça, só FRANGO ou OVO! Só come o que quer. Ele também é metido a "sabe-tudo", mal pergunta, mas sempre responde.





Gustavo:
Tem 5 anos e é irmão gêmeo de Emanuel (o próximo que irei falar). Ele é o MAIS: MAIS desobediente, MAIS gordo, MAIS "comilão", MAIS lento, MAIS preguiçoso... Sempre quer MAIS comida, MAIS banho de praia, MAIS tempo no pula-pula, etc. É o MAIS pestinha e o MAIS fofinho, todo dia pede para dormir comigo.

Emanuel:
Também tem 5 anos, e apesar de ser irmão gêmeo de Guga, eles são muito diferentes, na verdade ele parece mais com Davi, imita tudo o que ele faz ou fala. É obediente, mas como é muuuito agitado e não pára um só minuto, às vezes desobedece (e não é muito raro). É o último a dormir e fica "emburrado" quando não consegue alguma coisa que quer. Simplesmente cruza os braços, abaixa a cabeça e fica assim um bom tempo.

1° dia:
Os três têm um ponto em comum, são MUITO ansiosos. As duas horas de viagem foram quase intermináveis para eles, e olhe que eles dormiram durante metade do percurso. Pareciam aquele burro do Shrek: "Chegamos? E agora, chegamos?". Começamos a viagem de 6 horas, então quando chegamos a Natal já estava tudo escuro e, claro, todos os lindos enfeites natalinos da minha cidade já estavão acesos. Eles não sabiam para que lado olhar com tanta coisa bonita, e essa frase foi dita por um deles até. Qualquer pisca-pisca era motivo para um grito: "ÓÓIA!".
Finalmente chegamos em casa e sou entupida de perguntas: "Esse é seu quarto, Adinha?"; "É aqui que você dorme?"; "Esse é o seu banheiro, Adinha?"; "Porque você coloca suas calcinhas aqui?". Tudo era uma pergunta, até a hora em que eu resgatei, das minhas antigas fitas cassetes, o Rei Leão II. Só depois que subiram os créditos que resistiram ao sono. De meia-noite.

Telephone 2

Parte 2 (parte 1)
Passei um bom e longo tempo com meu 1100 até que minha mãe preferiu trocar por um melhor, até porque o meu antigo mal dava para escutar. Acabou que dessa vez, e única, minha irmã ficou com uma coisa minha, e não ao contrário (bem, depois de um tempo ela ganhou um bem melhor, com câmera, mp3 e tudo).
O meu novo celular era um A70 da Siemens (esse da foto). Luz laranja, fofinho, meio arredondado, mas sem o joguinho da cobrinha. Tinha até um joguinho dos caixotes e dos balões, mas nem chegava aos pés da cobrinha né?
Eu esqueci o meu A70 no banheiro da escola e ele nunca mais foi achado. Tá bom, tava na hora, ele nem fazia mais ligação, nem à cobrar.
Depois de mais de um ano sem celular, eu ganhei um, lindinho, um 1208, bem básico. Todo mundo reclamava que era impossível falar comigo, daí minha amiga resolveu me dar o dela (porque ela tinha comprado um novo, e meu deu o antigo dela). Meu primeiro celular colorido, o único que meus pais abastecem de créditos todo mês, também tem lanterninha e o melhor: tem o jogo da cobrinha \o/
Câmera, áudio em mp3 e internet sem fio eu deixo para o próximo celular. Né mãe?


Galera, minha próxima postagem será sobre uns trabalhos enlouquecedores de literatura que fiz no 1° e no 2° ano, muito massa. Beeijos.

Telephone

Não, não vou falar do clipe da Lady Gaga com a Beyoncé (?).
Diferente de tudo que ganhei na minha pré-adolescência, meu primeiro celular foi até precoce. Não sei se podemos chamar de celular isso:Mas eu fiquei super feliz quando o ganhei, afinal é o primeiro sinal da independência e da confiança que os seus pais têm em você. Toda filha do meio sofre pelos pais sempre acharem que nós nos conformamos em reciclar coisas. É impressionante, mas a maioria das coisas que eu ganhava era da minha irmã mais velha, mas eu nem me importava porque sempre queria ter o que a minha irmã tinha ¬¬' daí, nem me importava no estado cinco anos mais velhos das coisas que minha mãe me dava.
Porém o meu primeiro celular era da minha mãe e já estava bem surrado. Mas tá bom, tinha um joguinho de cobrinha, tem coisa melhor?
Meu segundo celular foi depois que o meu "tijolo" (apelidinho dele) quebrou definitivamente. Claro, demorou um bom tempo para os meus pais me darem ele, mas pelo menos era novinho. E sabe por que era novinho? Meu pai assinou a velox, e tinha uma promoção que ganhava um celular ao assinar a internet. Um 1100 da Nokia, luz verde, joguinho da cobrinha e uma, extremamente útil, lanterna! Ele era a sensação para mim.

(Continua...)

Coisa de boy

Me impressiono com os orkut's de meninas de 10, 11, 12 a 13 anos de idade, como é brega! Primeira coisa: elas não colocam o seu nome de forma "normal", além de colocarem apelidos no diminutivo, elas ainda usam símbolos, por exemplo "$@bR&n@".
As fotos! É cada uma mais ridícula que a outra, sem contar com as legendas (por que elas não escrevem direito pelo menos nas legendas?). Tudo bem que às vezes reduzimos palavras por consoantes, mas colocar "naum" no lugar de "não", até pode (talvez, na preguiça) dar trabalho para colocar o "~", mas são 3 letras por 4, o escrita certa pela preguiça!
Outra coisa é a descrição do "quem sou eu" no perfil, mas prefiro nem comentar :P
Me frustro em saber que também passei por essa época e fui capaz de tirar uma foto ridícula como essa:
Exemplo de legendas: "euzinhaa pequenuxaa!"

E é nessas horas que eu me arrependo de ter uma câmera na mão com 10 anos (aproximadamente). Acho que é coisa de idade mesmo, assim como as crianças em certa idade tem mania de perguntar o porquê das coisas, as meninas (e alguns meninos) na pré-adolescência fazem isso com a sua imagem no orkut, espero que se arrependam quando crescerem, como eu.