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Trabalhos enlouquecedores

Na minha escola, diferente de todas as outras escolas de Natal, ensina a literatura mais aprofundada, explicando cada movimento literário principalmente nos 1° e 2° anos do ensino médio, anos que começamos a ter aula com a professora Ana Régis (já falei dela aqui no blog, veja aqui).
Esses trabalhos já são conhecidos por toda a escola: no 1° ano eu fiz o "Barroco", que é um estilo artístico que floresceu na Europa, América e em alguns pontos do Oriente entre o início do século XVII e meados do século XVIII (by Wikipédia); no 2° ano (esse ano) eu fiz "o trabalho das décadas", onde falamos sobre as décadas do século XX até as atualidades.
As apresentações são no auditório do colégio e é um espetáculo mesmo, com direito a danças, vídeos, encenações, etc.
O Barroco é torturante, estressante e chato. Quem estudou sobre esse movimento sabe como ele é contrastante e confuso. Os temas foram divididos em Música, Literatura, Escultura brasileira e européia, e Pintura, o meu tema. A minha apresentação foi mais ou menos, e não tiramos a nota máxima. Mas comemoramos o seu fim, mesmo contendo na nossa apresentação um poema que não era do movimento.
Ahh, as décadas, tão bom, tão feliz. Com direito a Beatles e Roberto Carlos. Conto na próxima postagem.
(Continua...)

Ganhei um selo de Marcos Aquino, fiquei tão feliz. Mas depois eu mostro para você e repasso. Beeijos.

Conteúdo inútil

Tem coisas que aprendemos na escola que logo percebemos que nunca mais vamos usar depois que acabarmos a prova do vestibular. É o caso, na minha opinião, dos logaritmos, nunca entenderei o objetivo da educação brasileira cobrar que as escolas ensinem isso.
Para quê eu quero saber a reprodução dos poríferos e dos celenterados? A minha professora não entende que eu não quero ser bióloga, nem botânica? Tem coisas que até me interessam, como sistema digestório, respiratório, nervoso, coisas que fazem parte de mim, da minha vida!
A matéria de química, para mim, se tornou inútil desde a segunda aula do 9° ano (primeiro ano que estudei química), quando o professor terminou de explicar misturas homogêneas e heterogêneas e sobre os estados físicos da água (líquido, gasoso e sólido).
Não pretendo seguir uma profissão da área tecnológica e nem da área de biomédica (até agora, tenho mudado muito ultimamente) fazendo dessas matérias ainda mais inúteis para minha vida.

Febres

Essas febres de adolescente são tão ridículas (apesar que eu passei por muitas delas). Quem não se lembra de RBD (Rebeeelde)? Falei como se fizesse muito tempo que a banda acabou né? Essa foi uma febre irritante para mim (acho que foi irritante porque eu não gostava da novela), toda criança - adolescente queria ter uma banda e ser como eles, todos - e ainda cantavam "Y soy rebelde, cuando no sigo a los demás" -, e aquelas blusas brancas de botão e gravatas vermelhas venderam bem na época.
Sandy e Júnior foi inesquecível. Essa dupla realmente participou muito da minha infânica, quase toda menina passou por uma fase de vício neles. Todas queriam ser como a Sandy e casar com o Júnior. Aqueles recortes de revista, adesivos, os bilhões de pôsters era a coleção que as meninas faziam. Mas era bom, viu? Faz parte das fases da vida eu acho, assim como os bebês têm aquela fase de perguntar o porquê de tudo, os pré-adolescentes têm a mania de se apegar a esses "ídolos".Agora é Isa TKM! Não sei se é porque já passei dessa fase de me viciar nesse tipo de música, ou é porque eles são realmente horríveis. Muito ruim, não aguento nem escultar a voz dublada daqueles atores. Os meninos do Vida de Garoto nem precisa comentar, né?
Só queria saber qual vai ser o próximo? Justin Bieber? Esse aí já é febre né?


Não é lindo esse selo? Eu ganhei essa semana de Anninha, do About Anninha. E ainda fui destaque no Ingrid Ramos \o/ o selinho tá alí do lado. Brigada viu meninas? Fiquei muuuito feliz. Desculpem-me a demora para postar, tô com um trabalho sobre a década de 60 super longo e complicado, mas não vou parar de postar.
Beeijos.

Líder de turma

Essa postagem foi escrita a um tempinho, no blog Jardim da inocência, que eu escrevia com Anna Beatriz (do About Anninha), mas eu saí e fiquei só com o Cara de cotoca (mas não deixem de visitar lá, é muito massa o blog).

Todo mundo sempre dizia que ser líder de turma era robada, perdia muitas aulas e se acontecesse alguma coisa na sala era o líder que tinha que resolver. Eu sempre disse que isso era mentira e que não era bem assim, mas É!
Eu e minha amiga ficamos muito em dúvida em fazer a inscrição ou não, até pegamos a folha para preencher, só que não entregamos no dia certo. 3 dias depois do limite de entrega da inscrição resolvemos nos inscrever e entregar para a diretora e ela aceitou (éramos alunas exemplares para ela). Ganhamos a 'eleição', e ganhamos um bóton também.
Era exatamente como descrevi, tínhamos que cuidar da turma até quando o piloto do professor acabava a tinta, além da nossas pastas lotarem por causa das provas que tínhamos que entregar dos faltosos.
Tentamos comprir nossas propostas ao máximo e se a gente não cumprisse tinha quem cobrasse todos os dias. Fizemos um lanche coletivo, compramos pão, queijo, presunto, tomate, alface, ervilha, bolo, milho, patê, refrigerante e suquinho. Tinha tudo para dar certo, se não fosse as tentativas de invasão no nosso lanchinho e o povo da minha sala ser tão esfomiado. Foi legal, pena que antes de ser legal foi extressante.
Outra coisa, e última, que fizemos foi a homenagem para o dia dos professores. Fizemos uma cesta grande de comidas típicas para a professora, ficou linda. O único problemas que tivemos foi a falta de dinheiro, já que os meus coleguinhas eram muito mão de vaca. Mas graça a minha professora casquinha conseguimos juntar o dinheiro suficiente. Ah, teve outra coisa, o papel celofane que cobria a linda cesta machou minha farda inteira de amarelo e minha mão também. Não sei porquê a gente nunca conseguia fazer algo sem problemas. Só sei que esse ano não pretendo me candidatar mesmo.

(continua...)

A saudade

Tava lendo meus e-mails e tinha um de Mayara Cunha e era de perguntas e respostas, e uma delas perguntava "pior sentimento do mundo", e ela respondeu "saudade".
Tenho que concordar com ela, a saudade é muito ruim. Aquela vontade de encontrar com aquela pessoa e não poder. Aquilo que nos faz chorar e apertar o coração.
Três amigas minhas saíram da escola, uma foi fazer intercâmbio e as outras duas reprovaram. Como é ruim, parar de ver aquelas três pessoas todos os dias do teu lado. Aí minha mãe fala: "Você pode fazer outras amizades, Ada", mas nunca são iguais né? Só sei que tô louca para que elas voltem a sentar do meu lado.
"Há pessoas que nos falam e nem as escutamos,
há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam,
mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas
e nos marcam para sempre."
Cecília Meireles

Gente, hoje eu não desmaiei \o/ beeijos.

"Eu vou desmaiar..." pun!

Não ia falar sobre o meu segundo dia de aula, até porque ia virar vício falar sobre a escola, mas esse acontecimento eu não posso deixar em branco, ou preto (vocês vão entender depois).
Estava Ada (eu) no primeiro horário do segundo dia de aula, ainda disposta à estudar e com a barriga cheia do café da manhã. Meu professor de geografia e sociologia ("o revolucionário") sofreu de uma séria doença o ano passado, conhecida aqui como "NÓ NAS TRIPAS!", e ele foi contar essa incrível e um pouco nojenta história. Ele não se cuidava dessa doença no estômago e só comia porcaria, moral da história: ele teve uma crise seríssima e ficou soluçando por mais de um dia (só depois descobri que era as fézis querendo sair pela boca!). Enquanto ele contava essa história eu escutava atenciosamente, até que minha vista começou a piscar em "professor revolucionário" e "preto", "revolucionário", "preto". Virei para trás e falei "Anninha, vou desmaiar!", ela virou para Yasmin (que tava atrás dela) e falou "Ada vai desmaiar"(rindo). Eu virei para frente e fiquei parada olhando pro professor (mesmo com minha visão piscando), aguentei mais uns 5 segundos e só me lembro de ter acordado com o meu tronco caído pro meu lado direito e minha cabeça para baixo. Ah, me lembro também da minha cabeça doendo muito!
Fui para a coordenação comer uns biscoitinhos e beber água, e voltei para sala. Todo mundo falou: "Você tá bem Ada?". Depois fiquei sabendo que Anninha me segurou para eu não bater a cabeça no chão e ficou rindo, muito. Irado. kkkkkkkkkkkkkkk

O último e o primeiro

O último dia de férias foi melhor do que eu imagina, apesar de ter ficado o dia em casa, à noite eu, meu irmão e meu pai fomos para o shopping só pra andar (programa de pobre e desocupado, eu sei, mas foi legal). Realmente eu tava desocupada e sem dinheiro, não queria passar meu último dia de férias em casa assistindo "Tempos Modernos" (que eu deteeesto). Daí a gente foi. Foi muito legal, me diverti com poucas coisas, cada besteira... Não joguei o meu último dia de férias fora.
O primeiro dia de aula foi mais ou menos como eu esperava. Não consegui dormir muito bem, não sei se era por ansiedade, mas demorei mais de 1 hora e meia para dormir. Ainda acordei 30 minutos antes da hora. Quando cheguei na escola fui direto para a lista com os nomes e descobri que tenho que subir até o segundo andar para chegar na minha sala (4 escadas), mas descobri também que eu não vou ter que estudar na mesma sala pelo terceiro ano seguido (não aguentava mais aquela sala ¬¬'). Quando cheguei na sala me senti um peixe fora d'água, não tinha nenhuma amiga minha (tinha as minha 'coleguinhas' mas a gente sempre tem um grupinho mais próximo), desci as escadas em busca de compania e achei! Uma amiga minha tinha acabado de chegar. A aula foi ótima, e quando o primeiro professor entrou, eu comentei: "Já tô com medo!", mas o professor era beeeem legal, gostei dele, professor de Matemática.
Foi muito bom, mas não vou poder assistir a "Sessão da tarde", tenho atividade de matemática.
Beeijos.