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Conteúdo inútil

Tem coisas que aprendemos na escola que logo percebemos que nunca mais vamos usar depois que acabarmos a prova do vestibular. É o caso, na minha opinião, dos logaritmos, nunca entenderei o objetivo da educação brasileira cobrar que as escolas ensinem isso.
Para quê eu quero saber a reprodução dos poríferos e dos celenterados? A minha professora não entende que eu não quero ser bióloga, nem botânica? Tem coisas que até me interessam, como sistema digestório, respiratório, nervoso, coisas que fazem parte de mim, da minha vida!
A matéria de química, para mim, se tornou inútil desde a segunda aula do 9° ano (primeiro ano que estudei química), quando o professor terminou de explicar misturas homogêneas e heterogêneas e sobre os estados físicos da água (líquido, gasoso e sólido).
Não pretendo seguir uma profissão da área tecnológica e nem da área de biomédica (até agora, tenho mudado muito ultimamente) fazendo dessas matérias ainda mais inúteis para minha vida.

Se meus olhos tirassem fotos

Gente, Anninha voltou a me dar idéias para postagens e eu voltei, por isso, a usar o marcador "postagens sugeridas" ou "duplex" (se ela tiver escrito junto comigo). Espero que gostem.
Sempre imaginei meus olhos tirando fotos. Não tenho câmera - até tenho, mas é de pilha (descarrega muuuito rápido) e só tem 3.2 megapixels - por isso que enlouqueço quando vejo uma boa câmera.
Nunca tenho uma por perto quando preciso. Sabe aquele momento que seria incrível? Um dia apareceu uma mulher muito muito feia engraçada lá no colégio - alguns alunos estavam achando que a mulher estava lá de pegadinha, era muito engraçado gente, nem tem como descrevê-la. Minha amiga tinha até levado uma câmera, mas não era boooa - o suficiente - para pegar os detalhes daquela mulher incrível, que estava um pouco longe (a gente também não ia pedir autógrafo né?).
Sabe aquela lua no céu que câmera nenhuma consegue pegar? Aquele momento que você finalmente consegue (por 5 segundos) levantar só uma das suas sobrancelhas? Aquela foto com as verduras da feira no meio da rua que ficaria massa (se não corresse o risco de ter sua câmera roubada)? Fotos que os 10 segundos que a câmera oferece não seria o suficiente.
Meu sonho (um deles) é tirar uma foto debaixo d'água, com o cabelo para cima, nadando sapinho e com aquele óculos de mergulho colorido. Tenho vários outros sonhos para fotos legais, um dia, se eu realizar, eu coloco todas aqui.
Realmente seria incrível se em um piscar de olhos, literalmente, pudéssemos tirar uma foto e melhor seria ainda, se ao pensar o nosso cérebro colocasse tudo no orkut (penso nisso mesmo não tendo orkut), mas isso faz parte do fantástico mundo de Ada.

Líder de turma

Essa postagem foi escrita a um tempinho, no blog Jardim da inocência, que eu escrevia com Anna Beatriz (do About Anninha), mas eu saí e fiquei só com o Cara de cotoca (mas não deixem de visitar lá, é muito massa o blog).

Todo mundo sempre dizia que ser líder de turma era robada, perdia muitas aulas e se acontecesse alguma coisa na sala era o líder que tinha que resolver. Eu sempre disse que isso era mentira e que não era bem assim, mas É!
Eu e minha amiga ficamos muito em dúvida em fazer a inscrição ou não, até pegamos a folha para preencher, só que não entregamos no dia certo. 3 dias depois do limite de entrega da inscrição resolvemos nos inscrever e entregar para a diretora e ela aceitou (éramos alunas exemplares para ela). Ganhamos a 'eleição', e ganhamos um bóton também.
Era exatamente como descrevi, tínhamos que cuidar da turma até quando o piloto do professor acabava a tinta, além da nossas pastas lotarem por causa das provas que tínhamos que entregar dos faltosos.
Tentamos comprir nossas propostas ao máximo e se a gente não cumprisse tinha quem cobrasse todos os dias. Fizemos um lanche coletivo, compramos pão, queijo, presunto, tomate, alface, ervilha, bolo, milho, patê, refrigerante e suquinho. Tinha tudo para dar certo, se não fosse as tentativas de invasão no nosso lanchinho e o povo da minha sala ser tão esfomiado. Foi legal, pena que antes de ser legal foi extressante.
Outra coisa, e última, que fizemos foi a homenagem para o dia dos professores. Fizemos uma cesta grande de comidas típicas para a professora, ficou linda. O único problemas que tivemos foi a falta de dinheiro, já que os meus coleguinhas eram muito mão de vaca. Mas graça a minha professora casquinha conseguimos juntar o dinheiro suficiente. Ah, teve outra coisa, o papel celofane que cobria a linda cesta machou minha farda inteira de amarelo e minha mão também. Não sei porquê a gente nunca conseguia fazer algo sem problemas. Só sei que esse ano não pretendo me candidatar mesmo.

(continua...)

Meus antigos e falecidos animais 2

Já falei sobre os meu cachorros na postagem passada, agora vou falar sobre o restante.

Parte 2 (parte 1)
Meus coelhos, aaah, foram tantos. Sempre ouvi as pessoas falando que os coelhos se reproduzem muito rápido, mas os meus morriam muito rápido. Não sei o que era aquilo, era um coelho por semana. Meu pai comprou um casal e morreu um, depois ele comprou outro e o outro morreu, e assim foi, sempre assim. Era engraçado o cocô deles, nessa época minha mãe comprava muito aquele serial Nescal, e o cocô deles era muuuito igual ao cereal e eles faziam muito.
Os peixes... me apeguei muito a eles. Era só um, beta mesmo. Chamamos ele de Jesus, porque um dia, quando Caio (meu irmão) estava trocando a água do aquário dele ele ficou um tempinho sem água, o suficiente para ele morrer, só que ele não morreu. Depois a gente (eu e meus irmãos) estávamos achando ele muito solitário, daí compramos uma fêmia para ele, e ele se tornou ele e ela. Só que ele matou ela, e não tiveram filhos. Depois de um tempo o outro morreu (foi triste) mas acho que morreu de solidão, ou na briga entre marido e mulher ele ficou com algum machucado.
Já meus passarinhos, eu gostava muito, meu pai comprou um macho e uma fêmea eram lindos. Mas nas férias a gente levou para Bonfim e um gato machucou a fêmea (foi triste x3). Daí meu pai não podia gastar dinheiro com veterinário, mas fizemos um curativo nele, mas não foi o suficiente, no outro dia ele morreu. Depois o outro morreu também, de solidão.
Minha esperiência com animais não é muito boa, acho que eu e meus irmãos damos azar para animais e sorte para solidão.

Meus antigos e falecidos animais

Vim para Natal hoje para a colação de grau da minha prima, e aproveitei para postar. Caraca ontem foi muito bom, brincamos de tuuudo que a gente brincava quando era criança (tipo bandeirinha, sete cortes, O.o), acordei toda quebrada e não lembrava de quê .Acho que a postagem vai ficar longa, mas espero que gostem, meus animais são uma comédia.

Parte 1
Tive muitos animais na minha antiga casa (agora moro em primeiro andar e os únicos animais que tive aqui foi uns passarinhos e peixes). Tive três cachorros, nenhum gato (tenho trauma), dois peixes, um casal de passarinhos e uns dez coelhos (fora os saguis que costumavam visitar a janela do quarto dos meus pais).Primeiro vou falar dos cachorros, e o primeiro foi um pastor alemão grande e preto, e quando ele morreu enterramos ele em cima da duna em frente a minha casa (isso é tudo que eu me lembro, com ajuda do meu pai).
O outro eu não sei a raça (sou péssima para lembrar e saber as raças), mas se chamava Bob, ele era bem pequenininho, ele tinha um cercadinho com jornal que ficava na área, para que ele fizesse suas necessidades, porém ele demorou muito para aprender que era lá que ele tinha que fazer o cocô e lá que era o seu lar (ou ou ele entendia e por isso que não queria fazer lá). Ele morreu de forma trágica: atrás da cama dos meus pais. Foi esmagado, nem lembro como, trágico.
O outro se chamava Bidu, o que eu mais me apeguei (deve ser por que eu já era bem crescidinha quando ganhamos). Ele era um Poodle, o mais lindo do mundo (usei uma hipérbole agora, até porque ele era bem feeio) e dava muito trabalho, por essa razão minha mãe deu ele. Ainda me lembro dele indo embora (quando eu era pequena eu gravava algumas cenas na minha cabeça como de filme, não sei porque mas tenho muitas cenas assim na cabeça) eu fiquei na janela da sala e vi ele da garagem sendo levado, ele nem queria ir, e enquanto eu olhava para ele uma lágrima caía do meu olho. Mas o que mais me revoltou foi o fato dele ter sido dado, caraca, acho que ele era sem importância para minha mãe, nem pra vender ele valia. Mas já superei.

(continua depois, sobre os outros animais...)

O que eu quero para os meus filhos


Eu quero uma Terra limpa, muita água boa para eles beberem, quero que eles tenham mais do que eu tive.
Quero que ele faça Futebol e Karatê e ela Ballet e Jazz. Quero que eles tenham o quarto mais lindo quando forem bebês e quando crescerem também. Vão usar bolsa de carrinho para ir para a escola e vou fazer uma casa na árvore para eles brincarem. Comprarei gibis todos os dias e continuarei incentivando a leitura deles quando adolescentes, comprando os melhores livros, até que eles tomem gosto pela coisa e tenham seu estilo literário definido (ou não).
Eles vão andar na moda desde crianças (acho muito fofos aquelas crianças riquinhas bem estilosas). Vão ter vários animais de estimação (até de fazenda, se minha casa for uma), e vamos ter um cachorro chamado Golias (homenagem ao ex-cachorro da minha prima Sarinha).
Vão ter um balanço de pneu preso na árvore e iremos tirar várias fotos nos balançando nele. Vão ter muitos brinquedos e bonecos, inclusive o Twister.
Claro que tudo, ou boa parte, disso só vão se realizar se eu for rica. Por isso tenho que estudar para passar no vestibular.

Devo a eles "tudo" o que sei hoje: meus professores


Não tudo, mas boa parte do meu conhecimento eu devo aos meus professores, sei que é muita babação mas é verdade. Porém tem aqueles que mesmo nos ensinando tanto são muito chatos né? Também não posso mentir. Tenho uma professora récorde em chatisse: Ana Régis. Ela é do tipo: "mando mesmo e não tô nem aí!" e ela não está nem aí para o que falam sobre ela, mas sabe o quanto falam mal. Tipo, ela é super grossa, chata e estresada na maioria das vezes, mas é muito boa a sua aula e eu até gosto dela, por incrível que pareça. Não podemos mal piscar, mas ela ensina super bem a sua matéria de literatura, isso eu não posso reclamar mesmo.
Professores de Português sempre marcam nossa vida, deve ser pelo fato da gente ter pelo menos umas 5 aulas de Português por semana, ocupando horários das matérias mais legais e que tem apenas um dia na semana (tipo Educação Física, na minha época de 2ª série principalmente). Tive uma professora de Português, na minha 5ª série, inesquecível: Ana Maria. Ai eu amava ela, ela era sempre muito carinhosa, mas nem ensinava tão bem (deve ser porque eu não prestava atenção nas aulas dela). Um desses dias eu até encontrei ela em um posto de gasolina, e ela se lembrou de mim (eu fico muito feliz quando um professor legal se lembra de mim, porque, mesmo com tantos alunos e tantas turmas, ele se lembrou de mim), mas ela tava no carro e eu atrasada para a aula, por isso mal falei com ela.
Outro professor meu muito carinhoso era Josemar, vulgo Txixtio, professor de Espanhol. Ele sempre falava com uma voz fanha toda vez que chegava na sala: "txãão liiiindooos!". Ah, e me chamava de "galega", parte ruim da lembrança (uma colega minha vivia tirando onda com isso :P) .
Professor(a) de alfabetização ninguém esquece e mesmo esquecendo, as bilhões de fotos com ele(a) faz com que sua memória não te deixe falhar. A minha se chamava Geovanna, quer dizer, Tia Geovanna, e eu amava ela.
Sei que o dia dos professores já passou, mas não poderia deixar de me lembrar e de homenagear essas pessoas tão inesquecíveis e intediantes que passaram e ainda passam pela minha vida.

*foto da professora Helena do Carrossel (novela antiga do sbt) / Fonte: Google

Matemática: a detestável

Ela é extressante. O ano passado até que éramos amigas e até pensava em levá-la para a minha profissão, mas ela virou outra pessoa. A matemática, esse ano, se tornou um bicho de sete cabeças, o meu amor pelos cálculos continua, mas a frustração com respostas erradas e cálculos difíceis também. Ainda penso em arquitetura e urbanismo, mas a minha raiva pela matemática me distanciou da idéia e me colocou de frente para a dúvida de qual será o curso que irei prestar no vestibular. Sei que ainda está longe, mas começei a odiar todas as matérias, exeto religião (e olhe lá...), e a única que eu ainda gostava me desapontou com seu mal humor. É, infelizmente, tenho que conviver. E ainda para azedar uma comida já estragada tenho um professor que mal dá aula, até que ele é legal, mas não consigo entender nada do seu sutaque Panamenho. É a vida, mas continuo sem entender a necessidade de aprender PA e PG.

Sonho de blogueira

Nem sabia o que era um blog e vivia meus 13 anos de pré-adolescente. Até que, por acaso, Anninha me enviou o link do seu blog pelo msn, cheio de textos românticos e corações partidos :P Daí eu me interessei muito e corri para fazer o meu. Acho que o blogspot enrricou só com a minha propaganda para as amigas. Não importa se ele é o mais visitado ou o mais engraçado, mas, para mim, mesmo com o meu desastre nas letras, foi uma forma incrível que eu encontrei de expor meus sentimentos, meus pensamentos e minha vida.
Quero continuar contando sobre mim, mesmo sendo do passado, do futuro ou do presente, mas sempre escrevendo ... ou digitando mesmo ;)